Exoesqueletos transformam o montanhismo: tecnologia ganha espaço em trilhas e atrai turistas de todas as idades

Por Redação + ChatGPT, 11 de maio de 2025

Subir uma montanha sem sentir dores nos joelhos ou esgotamento físico já é realidade em diversos pontos turísticos do mundo. Equipamentos que antes eram vistos apenas em filmes de ficção científica ou hospitais agora estão ganhando as trilhas: os exoesqueletos robóticos estão se tornando o novo aliado de montanhistas — iniciantes e experientes — em destinos de ecoturismo.

Uma tecnologia que caminha com você

Os exoesqueletos são estruturas vestíveis, com design inspirado no corpo humano, capazes de oferecer suporte mecânico e assistência motorizada aos movimentos. Utilizando sensores de pressão, giroscópios e inteligência artificial, esses dispositivos detectam a intenção de movimento do usuário e ativam motores para aliviar o esforço físico, especialmente em subidas íngremes.

Em média, os exoesqueletos modernos pesam entre 1 e 2 kg, são feitos de materiais leves como fibra de carbono ou alumínio aeronáutico, e oferecem até 8 horas de autonomia, possibilitando seu uso ao longo de trilhas inteiras. Alguns modelos também trazem recursos extras, como monitoramento de sinais vitaischamadas de emergência, e até guias virtuais.

Benefícios além do lazer

Estudos apontam que o uso de exoesqueletos pode reduzir:

  • batimento cardíaco médio em 20%;
  • acúmulo de ácido lático em até 35%;
  • tempo total de subida em cerca de 40%;
  • carga nos joelhos e quadris, principal causa de desistência entre praticantes mais velhos.

Aluguel: a nova tendência no ecoturismo

Na China, parques como Huangshan e Huashan já oferecem aluguel de exoesqueletos para visitantes por preços que variam entre R$ 60 e R$ 180 por dia, dependendo do modelo e do pacote de bateria. No Brasil, o Parque Nacional do Itatiaia e o Pico do Jaraguá estudam projetos-piloto semelhantes.

Em vez de adquirir o equipamento — cujo valor de mercado pode ultrapassar R$ 8 mil em modelos de ponta — os turistas têm preferido a praticidade do aluguel. Isso permite acesso à tecnologia por um preço acessível, sem comprometer o orçamento da viagem.

Marcas que lideram o setor

Entre as marcas que vêm se destacando estão:

  • MileBot (Coreia do Sul): foco em leveza e integração com apps de saúde;
  • Tianjin Future Technology (China): líder em locações para parques turísticos;
  • MyoSuit (Suíça): já usada na Europa para reabilitação e lazer;
  • ExoHike (EUA): com modelos compactos para trilhas leves e urbanas.

No Brasil, startups como Biomecânica Brasil e ExoMove estão em fase de testes e buscam parcerias com operadores de turismo.

Desafios e o futuro da mobilidade assistida

Apesar do entusiasmo, o setor ainda enfrenta desafios, como a redução de custosmelhoria da autonomia de bateria e adaptação a terrenos variados. Mas a tendência é clara: com a queda no preço dos componentes e a ampliação do mercado consumidor, os exoesqueletos devem se tornar tão comuns quanto bastões de caminhada.

Especialistas acreditam que, em poucos anos, o uso desses dispositivos poderá se expandir para atividades cotidianas, como caminhadas urbanas, entregas, deslocamentos de idosos e até esportes adaptados.

Enquanto isso, o montanhismo vive uma revolução silenciosa — onde tecnologia e natureza finalmente caminham lado a lado.

Exoesqueletos revolucionam o montanhismo: tecnologia já é realidade em trilhas turísticas

Subir montanhas pode ser uma experiência desafiadora, especialmente para idosos ou pessoas com mobilidade reduzida. Para tornar essa atividade mais acessível, exoesqueletos robóticos estão sendo implementados em locais turísticos, oferecendo suporte motorizado aos caminhantes.

Tecnologia ao alcance dos turistas

Na China, o Monte Tai, conhecido por seus mais de 7.000 degraus, introduziu exoesqueletos para aluguel, auxiliando os visitantes na escalada. Esses dispositivos, pesando cerca de 1,8 kg, são fixados na cintura e coxas, sincronizando-se com os movimentos do usuário para fornecer suporte adicional. O aluguel custa entre 60 e 80 yuan (aproximadamente R$ 40 a R$ 55) por uso .trendwatching.com+1#SixthTone+1

Além do Monte Tai, o Grand Canyon de Enshi, na província de Hubei, também está testando esses exoesqueletos. Com mais de 26.000 degraus, o local oferece o dispositivo por cerca de 30 a 40 yuan (R$ 20 a R$ 30) por hora .#SixthTone

Benefícios e funcionalidades

Os exoesqueletos utilizam inteligência artificial para detectar o ritmo e a força do usuário, ajustando o suporte conforme necessário. Isso pode reduzir o esforço físico em até 30%, tornando a escalada mais confortável . Além disso, a bateria dura entre 3 a 5 horas, permitindo percorrer até 14 km com uma única carga.Global Times#SixthTone

Marcas e disponibilidade

A empresa chinesa Kenqing Technology é uma das pioneiras no desenvolvimento desses exoesqueletos para uso turístico. Eles planejam expandir a disponibilidade para mais de 100 pontos turísticos na China .Global Times+4ecns.cn+4trendwatching.com+4

Internacionalmente, a marca Hypershell lançou o Hypershell X, um exoesqueleto voltado para atividades ao ar livre. Com modos de assistência variados e bateria de longa duração, o dispositivo está disponível para compra e testes em trilhas específicas .Hypershell Global+1advnture.com+1advnture.com+1theverge.com+1

Futuro do montanhismo assistido

Com a crescente demanda por experiências inclusivas, os exoesqueletos representam uma inovação significativa no turismo de aventura. Ao oferecer suporte físico adicional, eles permitem que mais pessoas desfrutem de atividades ao ar livre, promovendo saúde e bem-estar.

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